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30 dias Nova Vida

Não são os problemas da tua vida que te impedem de seres feliz. Queres saber o que é? Continua a ler…

Quando decidi que as doenças e os problemas da minha vida iriam deixar de ser um obstáculo à minha felicidade, a vida começou a mudar!

Em 2016 o meu corpo não aguentou mais e colapsou… Na altura eu não soube interpretar os sinais, os avisos prévios. A doença foi a solução do corpo expulsar a pressão toda que eu estava a viver!

A sensação era de exaustão, desânimo e falta de esperança.

Fui mãe de gémeos em 2015 e na altura já tinha um filho com 3 anos. A família aumentou repentinamente de 3 para 5 e isto exigiu uma enorme adaptação familiar e trouxe os medos de falhar como mãe, à tona.

As horas de sono eram poucas e não havia tempo para nada a não ser para cuidar dos bebés, da casa e para trabalhar. Conjugar a maternidade com uma profissão exigente era algo muito stressante.

A relação com o meu marido ficou abalada porque simplesmente não havia tempo a dois, e coloquei muitas vezes em causa se o casamento iria sobreviver se continuássemos daquela forma.

Ao longo de 2016, a artrite reumatóide, que me acompanhava desde 2006 e que estava “adormecida”, voltou a dar sinais. Comecei a sentir dores crônicas novamente e surgiram outros sintomas estranhos.
Eu fazia uma alimentação super saudável desde 2010, gastava rios de dinheiro em vitaminas, aconselhada por especialistas, e nada parecia ajudar a sentir-me melhor.

A gota de água foi em Agosto de 2016 quando a minha mãe decidiu sair de casa depois de 40 anos de casamento (falhado). Dei por mim a assumir o papel de mãe do meu pai e sempre a ouvir acusações de que a “culpa” da separação era minha e do meu irmão…

O meu corpo não aguentou mais e em Setembro fui internada durante 13 dias. O meu apêndice rebentou e a infeção estava a espalhar-se pelo corpo.
Lembro-me da sensação de sobrecarga e impotência no momento em que me disseram que teria de ser operada de urgência. Eu não acreditava que aquilo estava a acontecer naquele momento…

Saí do hospital extremamente debilitada e comecei um processo de reabilitação muito lento.

À medida que ia recuperando as forças, uma necessidade por respostas também crescia dentro de mim!
Porque é que eu estava a atrair tantos problemas para a minha vida?! Por que é que eu não conseguia ser feliz?!

Dei um salto de fé no meio do caos, larguei o emprego e entrei numa busca de sabedoria e autoconhecimento. Em 2 anos fiz 7 formações diferentes e li dezenas de livros.

Eu estava desesperada por saber porque é que tudo na minha vida parecia correr mal!

Na primeira formação que fiz levei uma verdadeira bofetada! Não estava de todo à espera de descobrir que o “vilão” responsável por todos os problemas da minha vida era… eu!!!

Isto foi difícil de constatar! Assumir a responsabilidade sobre as nossas circunstâncias pode ser tão doloroso quanto vivê-las, se não fomos ensinados a isso.

A partir daqui nunca mais parei de procurar até realmente entender todo o processo de transformação desde a tomada de consciência até à mudança efetiva.

Fui cada vez mais a fundo, estudei com os mestres internacionais da transformação pessoal e concluí que eu teria literalmente de me tornar numa pessoa diferente para conseguir a vida que tanto queria.

Eu teria de pensar e sentir de forma diferente e isso significava que também teria de contar uma nova história sobre mim. Eu teria de dar um novo significado aos problemas e olhar para a Vida com outros olhos.

As pedras no caminho foram muitas mas permitiram-me encontrar um método para a transformação, que funcionou comigo e funciona contigo!

Fui mudando várias camadas daquela que eu achava ser a minha pessoa e que, na realidade, eram apenas máscaras ou facetas que incorporei e que não eram minhas. 


A forma negativa como eu lidava com os desafios era muito parecida com a do meu pai. 


Os pensamentos destrutivos que eu tinha eram influenciados pelas crenças limitadoras do meio onde cresci. 


E o estado emocional de nervosismo, raiva e desânimo também não eram naturalmente meus, eu tinha aprendido a reagir assim.


A pessoa em que tinha tornado, não era o meu verdadeiro Eu! Era o reflexo dos adultos que me educaram e das crenças e valores da sociedade. 


Foi preciso transformar vários aspetos em mim e foi o processo mais incrível que alguma vez imaginei. 


Hoje vejo a vida através de uma lente de possibilidades e não de limitações. 


Hoje agradeço por todos os desafios que me ensinaram tanto e me permitem agora ensinar aos outros!